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Meio-tom

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A obtenção de meio-tom

 

O processo de criação das imagens correspondentes aos tons de cinza se baseia na formação de meio-tom, variando as superfícies das imagens em uma pequena área.

Tradicionalmente, usa-se uma matriz que guarda os limiares para quantização em cada pixel, chamada matriz de dither. Na formação da imagem de saída, compara-se para cada pixel de saída, sua posição relativa dentro da matriz (como se cortássemos a imagem em retângulos do tamanho da matriz) e na posição encontrada compara-se o limiar na matriz e o cinza na imagem, para decidir se o pixel será preto ou branco, por ser respectivamente maior ou menor que o limiar.

 

Em nossa aplicação, um pixel em determinada posição relativa pode variar durante a passagem da fatia 0 à 255 entre o preto e o branco diversas vezes. No método tradicional isso não acontece. Uma vez que um ponto branco passa a ser preto, permanece com sua cor inalterada até a fatia 255. Por possuir essa propiedade, é possível armazenar toda a informação de cor de um pixel guardando na matriz o valor da fatia em que ocorre a troca de cor do pixel. Sendo assim, a matriz de dither é bidimensional.

Como no uso de imagens artísticas, na maioria das vezes, um pixel não possui esta propiedade, precisamos guardar a informação de sua cor nas diversas fatias. Não sendo possível armazenar apenas um valor limiar para cada pixel e fazer uso de uma matriz bidimensional.

Para computar o dither artístico podemos quebrar o processo. Precomputamos os elementos de tela responsáveis pelos diversos tons. Durante a execução, ao invés de procurarmos o limiar da posição na matriz, consultamos a fatia responsável pelo tom correspontente ao tom de cinza no pixel de entrada e copiamos o pixel dentro desta fatia na mesma posição relativa.

Para geração dos tons, interpolamos entre duas escalas pré-computadas e fazemos um recorte para encaixar a nova imagem na tela..

 

 

 

 

Meio-tom